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Emissão de CT-e: 4 dicas simples para facilitar esse processo

21/03/2018

- Categoria: Mais CT-e, Mais Frete, Mais Frota

A emissão de CT-e é hoje o principal processo para o transporte de cargas no Brasil, principalmente para o modal rodoviário. Isso porque é dele a função de acobertar o fato gerador da prestação de serviço. Mas, com tantas cargas sendo transportadas diariamente, às vezes o processo de emissão do documento pode parecer um pouco custoso, mas na verdade não é.

O pode estar faltando, nesse caso, é o domínio de algumas informações e funcionalidades que são essenciais para reduzir o tempo de emissão e evitar a falta ou erros de informações. Para ajudar, elencamos alguns fatores importantes para você levar em conta ao emitir um CT-e:

Dica 1

Optar por um software de gestão

Por se tratar de um documento digital, a emissão de CT-e exige a utilização de um software devidamente habilitado para fazer a comunicação entre transportadora e Sefaz. Entre todos os emissores proprietários e até mesmo o oferecido pela própria Secretaria da Fazenda, estão também sistemas que além de emitir o documento também fazem o gerenciamento de tudo o que engloba o transporte de cargas. Por isso e por possuírem funcionalidades que integram diferentes processos, os sistemas de gestão são os eficazes e indicados para todos os portes de transportadora.

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Dica 2

Estar de acordo com todas as exigências da Sefaz

Lembre-se que para emitir o documento, você precisa garantir alguns itens importantes, como, por exemplo, estar credenciado na Sefaz do(s) estado(s) em que a transportadora está registrada e também nos quais deseja emitir o CT-e, possuir certificado digital dentro do prazo de validade e estar conectado à internet.

Dica 3

Possuir integração com outros sistemas

Mesmo sendo uma das principais etapas, a emissão de CT-e não é a única pela qual uma transportadora precisa passar para conseguir iniciar uma viagem. Entre as demais obrigatoriedades do modal rodoviário estão processos de emissão de vale-pedágio, CIOT, pagamento eletrônico de frete, transações bancárias, etc.

Portanto, nesse caso o ideal é que o sistema de gestão utilizado pela sua transportadora possa dispor de integração com as empresas que fornecem esse tipo de serviço, para que todos os recursos estejam concentrados em uma única plataforma. Caso contrário, o tempo necessário para liberar o transporte pode ser muito maior, já que será necessário acessar mais de um local e informar as mesmas informações mais de uma vez.

Dica 4

Utilizar cadastros para preencher os dados necessários

Ter em mãos todos os dados tanto de valores, quanto de identificação de veículo, proprietário e motorista, é algo imprescindível para poupar tempo. Mas mais do que utilizar o apoio de planilhas, que por si só já exigem um trabalho manual para sua atualização,ao contratar um sistema de gestão você pode se certificar de que ele disponha de informações cadastradas em sua própria plataforma. Além disso, mecanismos que dispensem o cadastro manual, realizando uma espécie de “pré-cadastro” a partir de documentos importados para o sistema também diminuem o tempo de emissão, como quando o XML da NF-e é importado, por exemplo. Fora a agilidade, a utilização de cadastros no preenchimento dos campos do CT-e também reduz o risco de erros de digitação.

Esses são apenas alguns fatores que podem otimizar a emissão de CT-e, mas existem muitos outros que você pode conhecer hoje mesmo. Que tal entrar em contato com nossos consultores?

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