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Quais os seguros de responsabilidade do transportador rodoviário?

28/08/2017

- Categoria: Dicas, Mais CT-e, Mais Frete, Mais Frota

O número de roubo de cargas no Brasil é assustador. Segundo a ABTC (Associação Brasileira de Logística e Transporte de Cargas), a cada 23 minutos um caminhão é roubado no país e o sudeste lidera os índices.  

Só nesse primeiro semestre a região metropolitana de São Paulo acompanhou um aumento de 23% se comparado ao mesmo período do ano passado. Já no estado do Rio de Janeiro os primeiros cinco meses desse ano registraram mais de 4 mil roubos, cerca de 27 por dia.

Isso tudo não só alerta sobre a realidade enfrentada por quem trabalha com transporte como também reafirma a necessidade das empresas adotarem todas as medidas de segurança possíveis. Entre elas, está a contratação de seguros que possam indenizar a carga transportada de qualquer tipo de sinistro, inclusive do roubo.

No geral, o seguro de transporte é dividido em duas categorias: a contratada pelo vendedor ou comprador da carga e a de responsabilidade civil, contratada pelo transportador. Ambas cobrem sinistros de bens e mercadorias em viagens dos modais aéreo, marítimo, rodoviário e podem ter abrangência nacional ou internacional.

Seguro contratado pelo transportador

Na contratação pelo transportador para o transporte rodoviário nacional, são duas as modalidades, RCTR-C e RCF-DC.

O RCTR-C (Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga) é obrigatório e cobre danos causados a mercadorias de terceiros, durante o transporte em caso de acidentes, por exemplo, abalroamento, capotagem, colisão, explosão, incêndio ou tombamento. Portanto, não contratá-lo aumenta o risco de prejuízos e também a chance de autuações por ser exigida a indicação do número de apólice em documentos fiscais.

Já o RCF-DC (Responsabilidade Civil Facultativa do Transportador Rodoviário por Desaparecimento de Carga) é um seguro complementar que protege as mercadorias de roubo por ameaça grave ou violência. Por ser facultativo, sua contratação não é fiscalizada, mas, ainda assim, pode ter seu número de apólice registrado em documentos fiscais.

Mas independentemente se você possui apenas o seguro obrigatório ou também alguma outra modalidade de proteção à carga, é importante lembrar que toda operação de transporte precisa estar devidamente averbada para o reembolso em caso de sinistros.

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